Sinto saudades da infância. Não apenas das bonecas e carrinhos de rolemã, mas da essência de ser criança.
Não só não ter que se preocupar com as contas no fim do mês, mas com a liberdade que temos de ser nós mesmos, da forma mais pura que se possa ser.
Que saudades... E por mais absurdo que seja, que vontade de chorar...
Mas com o passar dos anos, somos literalmente “domados” pela razão e até para sentirmos, pensamos antes: “não faz sentido chorar hoje de saudade, se depois de amanhã ele chega...”
E aí ficamos assim, parece que presos e algemados por algo que não vemos. Um vazio, um aperto, sabe-se lá como descrever.
É quando o silêncio passa a ter som.... Só quem já se sentiu suficientemente só sabe do que estou falando: o som do silêncio.
É quando se está ao lado de tanta gente e falta aquela ou outra pessoa...
Mas por mais que tentemos, não estamos livres. Não posso chorar. Porque algo dentro de mim mesma diz que não faria sentido.
Acho que é por isso que as pessoas se embreagam ou se entorpecem...
Outro dia li que a principal característica que nos diferencia dos animais irracionais, é o fato de nos preocuparmos com o futuro. Foi quando desejei ser um cão. Ou um pássaro, Qualquer coisa assim.
Afinal, não há nada de racional em querer viver ou preparar o futuro.... Seja em Deus ou em destino, qualquer coisa que acreditemos, o futuro não está totalmente em nossas mãos.... E justamente esta diferença dos homens com os animais é que nos prende e nos amarra, e há quem ache que isto é “racional”...
Se eu fosse um bicho, neste momento, certamente estaria chorando....
De saudades. Pois meu peito aperta e tudo que eu queria, era estar deitada no peito, com o cheiro e o calor de quem tanto amo....
Chorar pra dentro dói demais....
Dói ser forte. Dói ser racional. Crescer dói.
Com certeza mais fácil era fazer aquele escândalo, como se o mundo estivesse acabando, só porque queríamos trocar as fraldas....
Não só não ter que se preocupar com as contas no fim do mês, mas com a liberdade que temos de ser nós mesmos, da forma mais pura que se possa ser.
Que saudades... E por mais absurdo que seja, que vontade de chorar...
Mas com o passar dos anos, somos literalmente “domados” pela razão e até para sentirmos, pensamos antes: “não faz sentido chorar hoje de saudade, se depois de amanhã ele chega...”
E aí ficamos assim, parece que presos e algemados por algo que não vemos. Um vazio, um aperto, sabe-se lá como descrever.
É quando o silêncio passa a ter som.... Só quem já se sentiu suficientemente só sabe do que estou falando: o som do silêncio.
É quando se está ao lado de tanta gente e falta aquela ou outra pessoa...
Mas por mais que tentemos, não estamos livres. Não posso chorar. Porque algo dentro de mim mesma diz que não faria sentido.
Acho que é por isso que as pessoas se embreagam ou se entorpecem...
Outro dia li que a principal característica que nos diferencia dos animais irracionais, é o fato de nos preocuparmos com o futuro. Foi quando desejei ser um cão. Ou um pássaro, Qualquer coisa assim.
Afinal, não há nada de racional em querer viver ou preparar o futuro.... Seja em Deus ou em destino, qualquer coisa que acreditemos, o futuro não está totalmente em nossas mãos.... E justamente esta diferença dos homens com os animais é que nos prende e nos amarra, e há quem ache que isto é “racional”...
Se eu fosse um bicho, neste momento, certamente estaria chorando....
De saudades. Pois meu peito aperta e tudo que eu queria, era estar deitada no peito, com o cheiro e o calor de quem tanto amo....
Chorar pra dentro dói demais....
Dói ser forte. Dói ser racional. Crescer dói.
Com certeza mais fácil era fazer aquele escândalo, como se o mundo estivesse acabando, só porque queríamos trocar as fraldas....
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