quinta-feira, 28 de março de 2013

Minha Moral da História - G.I. Joe :: Retaliação

Filminho mole.
Emoçãozinha pequena por uma personagem feminina que tem como meta na vida mostrar que as mulheres são tão capazes quanto os homens. Só.
Muita forçação de barra com tecnologias impossíveis e bang-bang / tiroteio sem fim. Meio Duro de Matar + 007.
Minha Moral da História: No filme ou na vida real, SEMPRE vai existir um ser humano fazendo merdas homéricas em busca de mais poder E um americano que se julgue capaz de salvar o Universo (mais clichê impossível).

Minha Moral da História - Django Livre

Django Livre: um fime sensacional! Quentin Tarantino conseguiu ir muito além das cenas sanguinolentas e exaltar sentimentos nobres como a luta por um amor verdadeiro e eterno, lealdade, amizade, garra, raça... Três horas de pura emoção! E o pensamento no quanto nós seres humanos já fomos piores, mais cruéis, algumas décadas atrás. Escravidao!... Dá pra acreditar? Comprar pessoas para o sexo, ver um ser humano surrando o outro e achar que isto é esporte?... Ops. Talvez não tenhamos evoluído tanto...
Minha moral desta história:
1. É rebelando que se faz história, na maior parte das vezes. Não se submeta.
2. O maior vilão não é o inimigo. É o traidor da própria raça, do próprio princípio. O vilão não é o Diabo. Mas quem vende a alma a ele.
3. O amor é e sempre foi a maior fonte motivadora do ser humano.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Minha moral da história - Preciosa

Antes tarde do que mais tarde. Assisti ao filme Preciosa.
Sei que é só um filme, mas sei também que existem muitas "Preciosas" pelo mundo, na vida real.
Vale a pena assistir pois certas realidades são tão absurdas que não seríamos capazes de imaginá-las.
Nota 7. Pelas emoções afloradas, porém, muitos sentimentos tristes e ruins vieram à tona. Bom pra lembrar que somos "gente".
Minha moral da história: existem pessoas no mundo que simplesmente vão sofrer anos luz mais que você. Simplesmente não julgue. Somos incapazes de conhecer na totalidade, a història de cada um. Sempre que possível estenda a mão. Ser bom é o mínimo que devemos tentar ser com nosso semelhante. Se possível, com amor, mude a vida de alguém. E espelhe-se na fortaleza daqueles que conhece a história de superação. Todos nós somos capazes!

As "Genis" do mundo corporativo

Eu adoro músicas que contam histórias. E depois de Faroeste Caboclo, esta é minha preferida.
No mundo corporativo às vezes me lembro dela. E a canto em silêncio, dentro da cuca. Não vivemos num mundo tão democrático assim. Muita coisa não pode ser dita.
Mas afinal, quem nunca se sentiu "Geni" ou nunca viu alguém vivenciar este papel no mundo corporativo?
Que num dia se é tudo, e no outro, nada.
Quão cruéis somos capazes de ser quando adentramos os "Portais do Mundo Corporativo"? Como se fosse uma licença poética...

Geni e o Zepelin
(Chico Buarque)

"De tudo que é nego torto
Do mangue e do cais do porto
Ela já foi namorada.
O seu corpo é dos errantes,
Dos cegos, dos retirantes;
É de quem não tem mais nada.
Dá-se assim desde menina
Na garagem, na cantina,
Atrás do tanque, no mato.
É a rainha dos detentos,
Das loucas, dos lazarentos,
Dos moleques do internato.
E também vai amiúde
Co'os os velhinhos sem saúde
E as viúvas sem porvir.
Ela é um poço de bondade
E é por isso que a cidade
Vive sempre a repetir:
"Joga pedra na Geni!
Joga pedra na Geni!
Ela é feita pra apanhar!
Ela é boa de cuspir!
Ela dá pra qualquer um!
Maldita Geni!"
Um dia surgiu, brilhante
Entre as nuvens, flutuante,
Um enorme zepelim.
Pairou sobre os edifícios,
Abriu dois mil orifícios
Com dois mil canhões assim.
A cidade apavorada
Se quedou paralisada
Pronta pra virar geléia,
Mas do zepelim gigante
Desceu o seu comandante
Dizendo: "Mudei de idéia!
Quando vi nesta cidade
Tanto horror e iniqüidade,
Resolvi tudo explodir,
Mas posso evitar o drama
Se aquela formosa dama
Esta noite me servir".
Essa dama era Geni!
Mas não pode ser Geni!
Ela é feita pra apanhar;
Ela é boa de cuspir;
Ela dá pra qualquer um;
Maldita Geni!
Mas de fato, logo ela,
Tão coitada e tão singela
Cativara o forasteiro.
O guerreiro tão vistoso,
Tão temido e poderoso
Era dela, prisioneiro.
Acontece que a donzela
(E isso era segredo dela),
Também tinha seus caprichos
E ao deitar com homem tão nobre,
Tão cheirando a brilho e a cobre,
Preferia amar com os bichos.
Ao ouvir tal heresia
A cidade em romaria
Foi beijar a sua mão:
O prefeito de joelhos,
O bispo de olhos vermelhos
E o banqueiro com um milhão.
Vai com ele, vai Geni!
Vai com ele, vai Geni!
Você pode nos salvar!
Você vai nos redimir!
Você dá pra qualquer um!
Bendita Geni!
Foram tantos os pedidos,
Tão sinceros, tão sentidos,
Que ela dominou seu asco.
Nessa noite lancinante
Entregou-se a tal amante
Como quem dá-se ao carrasco.
Ele fez tanta sujeira,
Lambuzou-se a noite inteira
Até ficar saciado
E nem bem amanhecia
Partiu numa nuvem fria
Com seu zepelim prateado.
Num suspiro aliviado
Ela se virou de lado
E tentou até sorrir,
Mas logo raiou o dia
E a cidade em cantoria
Não deixou ela dormir:
"Joga pedra na Geni!
Joga bosta na Geni!
Ela é feita pra apanhar!
Ela é boa de cuspir!
Ela dá pra qualquer um!
Maldita Geni!..."


terça-feira, 26 de março de 2013

Minha moral da história - A busca (com Wagner Moura)

Wagner Moura disse que foi o melhor filme que já interpretou. Pra mim ele só disse isto para ajudar o irmão, que fez o filme. Não chega aos pés de Tropa de Elite mas é de emocionar MUITO.
Na simplicidade, o filme te cativa.
Wagner Moura é, na minha opinião, o melhor ator do Brasil.

Minha moral da história (atenção. Requer atenção... Quando um filme tem muitas "morais da história" parece que não tem nenhuma):
1. Amor de pai pra filho supera qualquer barreira. Tudo leva a crer que o sangue é forte demais para fazer separar gerações que se amaram tanto um dia.
2. Não tente replicar suas verdades para ninguém. Cada um, baseado em suas próprias experiências conseguirá tirar suas próprias conclusões e saber o que julga ser melhor pra si. Proteger não pode ser desculpa para impôr suas regras na vida de outra pessoa.
3. Existem valores que são comuns e intrínsicos do ser humano. E maiores que qualquer dinheiro. Quem não ajudaria um pai desesperado à procura de um filho perdido? Não importa a raça, credo, cor: pessoas boas amam igual, ajudam igual, sentem igual.
4. Quando se tenta ter controle demais sobre alguém, você o perde. Meio clichê mas é exatamente como querer segurar um punhado de areia na palma da mão: se abrir demais, vaza por todos os lados e se apertar demais escorre por entre os dedos. Pense nisso ao tentar exercer exacerbado controle naqueles que você ama.

Minha Moral da História - O lado bom da Vida (Silver Linings)

No Brasil, O Lado Bom da Vida. Em Portugal, faz mais sentido com o título Guia para um Final Feliz.
Filme dos que eu gosto: emoções a flor da pele.
Romance com direito à torcida.
Elenco bom demais (Bradley Cooper, Jacki Weaver, Robert DeNiro (ator preferido da minha mãe) e Jennifer Lawrence (minha atriz preferida desde Jogos Vorazes)).
E a minha moral pra esta história:
-Não permita que sua culpa seja maior que sua inteligência criando realidades distorcidas.
-Aprenda a ler os sinais que a vida te dá.
-Por fim, o mais importante: Acredite no amor, sobretudo no AMOR PRÓPRIO.

Minha moral da história - Os Croods

Desenho bonitinho. Nem tão infantil quanto Os Smurfs, nem tão adulto quanto Os Simpsons.
Assistido com sobrinha com direito a final de show do Demônios da Garoa no Shopping Granja Viana, na fila da pipoca. :D
A moral da história pra mim: às vezes, é só o MEDO que separa você de sua real felicidade. Sobreviver não tem graça. A felicidade está no VIVER. Corra os riscos!


O gosto de um Filet a Parmegiana

Quando eu era criança, era muito raro a gente sair pra comer fora. Em casa era uma delícia a comidinha da minha mãe, não lamento nem um pouco. Mas consigo me recordar com emoção os aniversários no MC Donalds, quando as embalagens ainda eram de isopor. Nos dias de passar pelo oftalmologista que meu irmão, dez anos mais velho, sempre dava um ticket pra minha mãe me levar pra lanchar. Aliás, por vezes só eu lanchava. E acreditava que ela simplesmente não queria mesmo. Bobagem. Meus olhos enchem d'água quando lembro. Meu irmão tirava da boca e me dava um ticket de seu talão, na época que era de papel. Lembram? Tinha contra-vale!
Os tempos mudaram...
Meu pai não tinha grana pra levar a família toda assim, três filhos pra um restaurante bacanudo. Mas ele, Sr. Tiãzinho, e quem o conhece sabe do que eu estou falando, era tão bacanudo, tão querido, que tinha amigos que eram donos de grandes restaurantes. Vez ou outra meu pai deixava o orgulho de lado e aceitava o convite deles. Eu me lembro de três vezes que fomos todos, pegando dois ônibus pra chegar, a família toda, almoçar nestes restaurantes chiquetosos. Eu tinha entre seis e oito anos. Eram lindos! Lembro de um deles que, no dia que fomos, estava a cúpula do PT, com a Erundina e tudo, na época que ainda era time de esquerda, no mesmo ano que ela foi eleita. Meu irmão, meninote na época, devia ser uma das primeiras vezes que iria votar, super petista, tomou coragem e foi cumprimentá-la, dando-lhe as mãos e dizendo que votaria nela. E voltamos radiantes pra casa por termos visto alguém tão importante. E com o pandu cheio de comida de bacana. É. Os tempos mudaram...
Em todas as vezes, eu comia bife a parmegiana. Talvez pela simplicidade dos meus pais em não querer ousar em outras coisas do cardápio. Isso eu não sei. Só sei que eu DUVIDO que alguém sinta tanta nostalgia quando come um bife a parmegiana como EU sinto. Até hoje, por mais que custe vinte conto por aí, quando como, vem isso tudo à minha mente: minha família unida, meu pai amado pelo faxineiro e pelo dono de comércio, minha mãe deixando a gente bonito pro passeio, meus irmãos de mãos dadas comigo. E cada garfada do prato, é pra mim um BANQUETE de boas lembranças...
Acho que por isso que a gente tem medo de morrer. Medo de esquecer tanta coisa boa que já vivemos.
Ai, ai.

"... A riqueza que nós temos, ninguém consegue perceber..."
(Legião Urbana)

TPM - Tristeza por Meditar


De tempos em tempos acontece.
É como se eu mexesse no zoom das lentes com as quais eu observo a vida. Como se eu saísse de um zoom "menor" e passasse a olhar de cima o todo. Semi-desesperador.
Perguntas como porque estou aqui, porque as coisas são assim, quem modelou deste jeito, as horas que passamos inertes em nossos afazeres do dia-a-dia, sem emoções a flor da pele, a criança pedindo dinheiro no farol da esquina, o ônibus lotado do lado do meu carro, tudo isso toma uma proporção imensa, como um empecilho para a felicidade. Com o zoom pequeno tudo é diferente: a melhor amiga que está grávida, o carro novo que com tanto suór saiu, o salário que paga as contas no final do mês, os amigos, os churrascos em família, a viagem do ano, a cama quente no dia de chuva, tudo é êxtase, o coração se enche de gratidão, felicidade, plenitude.
Mas de tempos em tempos eu vejo o todo.
Não sei se é desculpa de poeta pra ficar triste. Dizem que só sai poema se for à base de lágrimas. Ou se é coração de poeta que não se deixa enganar.
O fato é que na minha opinião, a receita da felicidade tem n ingredientes. Mas é claro pra mim que uma pitada de alienação é preciso, com uma porção de egoísmo e uma dose cavalar de inércia, dessas que nos faz passar dia após dia sem parar pra pensar em muita coisa: casa, trânsito, trabalho, projetos, churrasco, vídeo-game.
E pensando nisto tudo, eis que vejo no meu retrovisor direito um motoqueiro que não pode passar. Chego com meu carro pra lá. Ele passa e buzina agradecendo. Como um sinal de Deus querendo dizer que às vezes olhar pra perto, pro lado, com zoom pequeno talvez já seja o suficiente....


"Tudo fica confuso de cima da pedra mais alta..."
(O Teatro Mágico)



quarta-feira, 13 de março de 2013

Procura-se Tempo

Pronto. Dia honesto de trabalho. Aula de inglês mais que necessária. Acabei de chegar em casa e meu cérebro não é capaz de processar tudo que eu quero fazer no meu precioso tempo livre.
Eu gostaria de ver Simpsons e me divertir um pouco. Ou quem sabe um filme desses clássicos que perdi em épocas de Faculdade por causa de P2. Poderia ler um livro. Há quanto tempo não leio um livro sem pegar no sono depois de duas páginas lidas pelo cansaço do dia a dia?!?
Ou quem sabe ouvir uma música? Em inglês? Poderia aproveitar pra treinar o listening e buscar o significado de sua letra.
Eu poderia tentar compor uma mùsica. Ah, não. Eu precisaria antes saber tocar um instrumento. Ta aí! Sempre sonhei em saber tocar violão! Quero me matricular na aula de violão! Não, não, espera. Quero fazer curso de fotografia que sempre sonhei também e levo mais jeito. E acabei de comprar minha câmera profissional.
Lembrei que peguei os DVDs do Walking Dead emprestados. Tenho que ver.
Queria poder ver mais vezes meus pais, meus irmäos. Nossa! Minhas sobrinhas em Brasília, minha afilhada no Rio de Janeiro. Quero viajar no meu tempo livre. Aliás, quero conhecer o mundo inteirinho, de cabo a rabo. Amo tanto viajar que ficaria feliz em conhecer até mesmo o Irã! Mas não tem dinheiro pra viajar tanto. Pra ter mais dinheiro, só trabalhando mais. Quem sabe uma promoção lá na empresa?... "Poxa, com um salário bem maior poderia conhecer os melhores restaurantes não só na semana de Restaurant Week", penso eu, mas em menos de dois minutos penso nos gerentes que conheço e embora tenham de fato dinheiro para comer todos os dias nos melhores restaurantes, simplesmente têm como hábito não almoçar. Por que não dá tempo. Que paradoxo! Se você ocupa um cargo que te dá tempo pra viajar todo final de semana, só dá pra ir pra Praia Grande. Aí voce almeja mais, luta, luta, consegue e de repente tem dinheiro pra ir pro Nordeste todo final de semana, se quisesse, mas não tem mais tempo pra nada. Já tive um Diretor que me invejou aos vinte e poucos anos por ter conhecido Machu Picchu. Eu fui. Paguei em seis vezes, mas fui. Ele tinha mais de 50 anos, dinheiro pra ir de primeira classe e pagando a vista o pacote mas nunca tinha ido. Conheci gente que infartou aos 40 por stress. Alguêm de muito sucesso, que aos 17 trabalhava no lixão de Diadema e aos 40 era dono de 3 empresas, casas próprias e carros do ano. Mas infartou. Nunca tinha tirado férias na vida. Nem passaporte tinha. Que louco isso!
Queria ver um TED Talk sobre administração do tempo.
Queria postar algumas coisas no Facebook e dar uma passadinha no Tweeter.
Cuidar da pele, unha e cabelo.
Tempo pra cuidar da casa.
Também queria marcar cada dia da semana com um amigo. Tenho muitos. Encheria, graças a Deus, com noites pra lá de divertidas. Como ontem no Karaokê. Adoro cantar. Queria fazer parte de um coral. Mas não dá tempo porque já ajudo uma ONG de crianças com câncer em parte do meu mísero tempo livre. Deus meu.
Tempo pra jogar o viciante Candy Crush. Ou uma partida de buraco. Ou truco, que seja.
Quanto tempo eu tenho?
Já farei 32 neste ano. Tenho que pensar em engravidar! Mas ainda nem visitei todos os Continentes em viagens de mochilão, não fiz meu intercâmbio com o Leo, e nem sabemos como vai ser pra conciliar isso tudo. Como faremos pra dar tempo.
Quero namorar mais também. Nos amamos tanto.
E ter tempo pra umas coisas meio adolescentes como olhar a toa pras estrelas ou formato das nuvens... Hà quanto tempo não esperamos cair uma estrela cadente olhando por horas pro céu???
Quero ter mais tempo pra aproveitar a casa da praia. Litoral Norte é nosso paraíso.
E chegou a Super Interessante deste mês que eu estava louca pra ver! E também a Mundo Estranho. Quero ler! Vai dar tempo? Ou não terei chegado na metade delas quando já chegar a do mês seguinte?
Quero mais tempo com as minhas familias, minha e do Leo. E preciso fazer exercicio fisico pra cuidar melhor da minha saùde. Umas caminhadas, sabe?
A propósito, adoro cozinhar. Quero ter tempo pra aprimorar nas sobremesas com o livro novo de receitas que peguei emprestado da minha mãe.
Sem falar do tempo que não tenho pra fazer minha boa e velha terapia. Era tão bom!...
Tempo pra scrapbook. Montagens com as fotos. Coisas que gosto de fazer por hobbie.
Esportes radicais. Rafting, Cannonying, Rappel. Pular de pára-quedas.
Aula de mergulho.
Escrever minhas poesias...
Vai me dando um desespero.
Já passa das onze, tenho menos de oito horas pra dormir até que o despertador toque e gastei meu tempo livre de hoje pra blogar. Pra desabafar que, como uma balzaquiana, nunca pensei que o que haveria de mais escasso em minha vida, seria tempo.
Sabe que bate uma inveja do Miguel Falabella que dorme duas horas por noite? "Será que ele cheira cocaína?", penso eu. Porque ele consegue e eu não? Inveja branca. Precisava passar menos tempo no trânsito e precisar biologicamente dormir menos. Em média durmo 6 horas por noite. E vivo com sono porque não deu tempo de dormir.
Tempo.
Bendito tempo.
Fico me imaginando aos 90 anos de idade. Possivelmente numa clínica de repouso sem ter absolutamente na-da pra fazer. E lembrarei deste dia de hoje, escrevendo isso tudo aqui e darei um sorriso maroto, pensando no quão irônica a vida é.
O tempo é hoje, pra mim, um bem escasso e precioso. A pressão para gastá-lo com excelência sendo MUITO feliz é cada vez maior.
O que me conforta é acreditar na vida eterna.

Amém.
Enviado através do meu BlackBerry® da Nextel